AMPULHETA-COMENTÁRIOS*

[20/04, 05:53] Lígia Kátia: Bom dia, Dr. Paulo!

Gostei muito da versão final! O senhor capturou sentimentos profundos de maneira sensível e poética. A forma como expressou essa transformação interna é impressionante.

Um abraço fraterno!
[20/04, 05:59] Paulo Rebelo: [20/04, 05:30] Beraldo Vivo: Bom dia, Paulo!

Excelente o poema

Parabéns
[20/04, 05:31] Beraldo Vivo: Enxuto
Sem ser simplista
Na medida
[20/04, 05:39] Beraldo Vivo: Quem o lê , vai se identificar, vai entender onde se encaixa dentro do poema

Mas cada leitor de um modo

E, o mesmo leitor, a cada leitura de um modo diferente

O Poeta faz o que tem de fazer…Poetar!
Mas quem o sentirá, será o leitor.
E, qualidade do poema, o sentirá cadê vez de um jeito

Assim o leitor é o dono do poema
O Poeta só o expulsou de dentro de si
[20/04, 06:03] Paulo Rebelo: Seu poema Ampulheta parte de uma intuição poderosa: a experiência paradoxal de permanecer sendo o mesmo enquanto, inevitavelmente, se transforma. Há aqui um tema clássico — o fluxo do tempo e a identidade em mutação — tratado com linguagem simples, quase cotidiana, o que cria uma tensão interessante entre profundidade filosófica e expressão acessível.

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