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    Home / EXISTENCIALtitle_li=POEMA

    A VERDADEIRA LIBERDADE*

    22 de set de 2020

    A VERDADEIRA LIBERDADE*Por Paulo Rebelo Apenas nos versosE nos meus sonhosPosso ser livre. AndarilhoDe lugares,E sentimentosJamais vistos,Alguns delesEscondidos. Neles não há limitesPara a paixão,É estrada sem fim,Sem rumoE sem sinalização.Para quê, então?Não há sofreguidão! É mais do que licença...

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    O SEPULTAMENTO DO DIABO*

    19 de set de 2020

    O Sepultamento do DiaboPor Paulo Rebelo Eu não sabiaO que era o diaboAté começar a fazer travessurasE daí, verdadeirasDiabruras. Era inocenteNada de malTinha na mente. De repente,Coisas estranhasBuzinavamNos meus ouvidosMe encantavamInteiramenteE me deixavamEntorpecido,AzucrinavamMeus sentidos. Assim,Seduzido pela chanceDo poderE riqueza,Cedi...

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    ARTISTA*

    13 de set de 2020

    ARTISTAPor Paulo Rebelo Alguém duvidaDe nunca ter sidoUm dia artista? EsquecesteQuando o mundoInteiro te aplaudiaTeus primos,Pais e famíliaAté pelas tolicesQue DiziasE bobagensQue fazias? EsquecesteDos diasDas tuas teatrais travessurasQuando diziasQue eras um leãoOu um touro?QuandoTu mulher,Ainda criança,Te passavas por mãeAmamentando...

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    A CURA LITERÁRIA*

    11 de set de 2020

    A CURA E A LITERATURA(Ou a literatura cura)Por Paulo Rebelo Alguns me perguntam,Principalmente,Aqueles que frequentamO meu ConsultórioHá vários anos,De onde extraioTanta imaginaçãoE criatividade paraCompor meusPoemas e poesias,Meus contos e crônicas. Bem, é dali mesmo.Lá é um rico celeiroDe experiências...

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    ALMA LITERÁRIA*

    11 de set de 2020

    ALMA LITERÁRIA Por Paulo Rebelo O meu estilo,Por ignorânciaOu completoDesprezo às normasLiterárias,Toscas rimasSem métricas,Mera rebeldiaGramática,É não ter estilo nenhum. É puramenteImaginário,IncertoDestinatário. Indômita,Minha escritaRecusa-seA ter dono,A ser mais umaSequer desejaSer infinita. Apenas imatura,Em estado bruto,Buscando a luzNa escuridão,Aflora consigo                                                                                                                  Algo maravilhosoDe...

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    ARTE RUPESTRE*

    11 de set de 2020

    ARTE RUPESTRE A minha almaVive a livre escreverAquilo que poderia serParente próximoOu distanteDe poemas e poesias. São escritas no ar,Nas areias das praias,Nos rochedos do mar. É ociosidade, mas também,Necessidade. A minha primitivaArte literáriaAssemelha-se à pictogramas,Hieróglifos e garatujas,BrincadeirasDe criançasOu...

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    A ESTRADA*

    23 de ago de 2020

    A ESTRADAPor Paulo Rebelo A estradaQue é minha,Às vezes,É colorida,Tão clara,Outras vezes,Tão escuraE cinza. Ora é uma retaOra perigosa curva,Ora estreitaOra larga.Ora pavimentadaOra crua. Imaginei que a estradaEstivesse livre,LimpaE seguraMas, um dia,Tornou-seÍngremeIncerta,AcidentadaE suja. Tinha a impressãoQue era longaA perder...

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    A DOR*

    23 de ago de 2020

    A DORPor Paulo Rebelo Ah!A dor que sintoé minha.Tão solitária,Tão visivelmenteEscondida. Quisera passarAdiante,Ser Dividida,CedidaDescartada,Perdida. TodaviaNão pode ser vendidaNem alugada.Não pode ser vividanem sentidapor ninguém.Não é egoísmo;é só minha. A minha dorNão tem nenhumValor para outrem,Exceto para mim.Apenas eu seiSeu...

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    ALMA VIOLENTA*

    20 de ago de 2020

    A VIOLÊNCIAPor Paulo Rebelo Às vezes,Pergunto-meO porquêDe minhaViolência,Ora abertaOra velada;Pura inconsequência. Não faloDa violência física;É interiorÉ caricata,Que intimidaO outro machucaE maltrata. Falo sobreDe onde vemEssa fúriaVerbalizadaE profundaComo defesa. Apresenta-seEnrustida,Mas, de repente,Incontida,Explosiva. O confrontamentoDiário,Essa coisaDe subjulgarO próximoApenas no olhar.Inquieta-me.No comportamento,No...

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    A SINA* (versão reduzida)

    18 de ago de 2020

    A SINA(versão reduzida)Por Paulo Rebelo Assim vou me acabando.O tempo desfilandoDiante de meus olhos,Indiferente,InsensívelAo sofrimentoHumano. Quem me deraPudesse pará-lo.Mas, não há interruptor.Do tempo,Nunca fui senhor. É que o tempoÉ inconsequenteLevando tudo consigo,A dor,O amor.InclementeParece ditador. Assim,Irrefreável,Que nem águasÀ jusante...

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